Terceirona

Terceirona: Delírios parte 2; A situação atual da SEGA não é tão confortável quanto imagina. Ou, negue a realidade até não poder mais.

Se você leu o artigo “Delírios – parte 1”, sabe que este artigo é uma nova resposta ao artigo “SEGA comprando a Capcom e a Atlus?! Entenda a real situação financeira da SEGA” escrito pelo Victor Miller e publicada na Planeta Sonic.

E nóis vortamos para mais uma vez desmascarar uma visão torpe da realidade que o “jornalista” Victor Miller da Planeta Sonic tenta vender aos seus queridos leitores. É assim que fazemos com desonestidades, nós as desmascaramos.

Escrever um artigo cheio de gráficos, fontes e outras coisas mais, sempre passa credibilidade, afinal de contas, quem é que vai checar, não é?

Pois é, mas tem pessoas que são chatas, e eu sou uma delas. Não seria tão categórico em dizer que a SEGA desde o final da década de 1990 anda com altos e baixos senão tivesse levantado um histórico da companhia antes.

Já que imprensa malvada de gamers mundial não divulga nada por uma conspiração illuminati, vamos ter que esclarecer muitos pontos.

A imprensa financeira

Bom, se a SEGA não tem prestígio na imprensa especializada em games, então não adianta apelar para a mesma, não é? Já que eles são, na realidade, um bando de alienados que gosta de esconder “a verdade” do mundo, segundo o grande J.J.

Então este humilde escriba foi procurar na imprensa financeira, sim, aquelas revistas e jornais que são lidos pelos executivos de grandes empresas, pelo lobo de wall street e pelo mercado financeiro no geral, esta imprensa não pode ser passional, pois quem a consome quer dados suficientes para fazer grandes investimentos, e se a mesma falhar ou mentir perde credibilidade, é processada (pois notícias que são uma fraude ou manipulação de informações nestes veículos é crime financeiro) e fechará as portas.

Não é preciso recorrer a muitos cálculos e números enormes para entender a situação, acessem vocês mesmos o histórico da SEGA Sammy no portal da Reuters. É um ótimo lugar para começar, lá eles não tem “o viés de desprestígio”, você pode ler análises ver gráficos e notícias financeiras relativas à mesma. Com cinco míseros minutos, você acha dados conflitantes com os mostrados no artigo do Miller.

Peguei emprestado um dos gráficos da reuters, o gráfico abaixo é da série histórica do preço das ações da SEGA Sammy, a empresa surgiu em outubro de 2004 da fusão da SEGA e da Sammy.

magem 1: (Reuters)

Imagem 1: (Reuters) Evolução do preço das ações da SEGA Sammy desde sua criação em outubro de 2004

Nos primeiros dois anos da nova empresa, as ações estão em alta, o pico foi em 1º de fevereiro de 2006, onde cada ação da empresa valia quase 5 mil ienes, então, ao longo de 2006 foi despencando, despencando e nunca mais voltou ao mesmo patamar.

O auge da queda foi durante crise de 2008, onde a empresa teve cada ação vendida por volta de 800 ienes, esta crise financeira do mundo em 2008 atingiu por igual todas as empresas, mas a SEGA Sammy vinha despencando desde 2006. Então, a recuperação do valor das ações da companhia só voltou a ter alta no final de 2012, e com uma recuperação razoável em março de 2013, e como sabemos bem, 2012 e 2013 foram bons anos para a SEGA e para o conglomerado inteiro.

Agora, entre 2006-2012, seis anos, as ações da empresa estiveram em patamares baixos, será que não há algo de errado se a mesma é uma empresa tão saudável quanto diz o Miller em seu artigo? Se ela fosse esta mina de ouro, será que suas ações não estariam em alta neste período?

Para continuar minha argumentação, infelizmente terei que quebrar a espinha dorsal do artigo do Miller: o faturamento.

Faturamento VS. Lucro

Não confiem em mim, busquem no Google ou pergunte para qualquer contador de esquina qual a diferença de lucro e faturamento. Bom, o primeiro é o ganho real da empresa, o segundo e a soma de tudo que a empresa fez financeiramente.

Faz sentido, você recebe uma fatura em casa, e lá tem os débitos e os créditos (é raro ter crédito, já que pessoa física geralmente tem apenas uma ou duas entradas de recursos).

E o faturamento da SEGA Sammy sempre foi positivo, bom, ainda bem que a fatura sempre foi positiva, pois se ela entrar no negativo significa que a empresa está insolvente.

Em seu artigo ele chama o faturamento de “faturamento real”, no ano de 2014 ele mostra que foi de 378 bi de ienes, mas este não foi o faturamento real. É só o faturamento comum, como vocês podem ver abaixo.

Imagem 2: (FT)

Imagem 2: (FT) Faturamento (revenue) e o lucro líquido (net income) dos últimos 5 anos. Discrepâncias colossais com os números de “faturamento real” mostrados pelo Miller em seu artigo. O próprio FT ressalta que mesmo com aumento do faturamento anual, o lucro líquido caiu.

Imagem 3: (Ycharts)
Imagem 3: (Ycharts) Evolução do faturamento (revenue) da SEGA em 5 anos numa série histórica de valores trimestrais. Note que o pico foi em 2012, e de lá para cá, o mesmo tem caído e chegando ao menor número em cinco anos em 30 de setembro de 2014 de 633.77M!

O faturamento a rigor, sempre será positivo, pois ele é a soma das vendas totais da empresa, só que: e os custos? E os impostos e taxas? E os dividendos para os acionistas?

Ai que o artigo do Miller vai para o saco, se você pegar a renda líquida, ou seja, retirando apenas os custos de produção, a coisa diminui muito.

Dados do Financial Times, sim, aquele jornal que é citado sempre nos noticiários brasileiros, e dados Market Watch (outro grande site do mundo das finanças) dá para ter uma ideia de como isto se desenrola, só nos últimos 5 anos a média de receita líquida (net income) é de 28 bilhões de ienes, enquanto do faturamento da empresa em média é perto de 350 bilhões de ienes.

Neste resumão do MW (clique aqui e depois clique em “View Ratios”), que vocês poderão ver os dados de perdas em vermelho, e existem muitas, muitas, mais muitas perdas.

E temos o EBITDA, que são os verdadeiros faturamentos reais da SEGA Sammy nos últimos cinco anos, no mesmo link acima, você pode ver que o valor do EBITDA é em média de 75 bilhões de ienes, e isto pq o EBITDA tem discrepâncias, pois o cálculo exclui qualquer juro, seja de crédito ou débito, onde podemos comparar e ver o desempenho real de vendas de uma empresa.

E olha que são dados de cinco anos, entre 2010-2015. Eu pesquisei estes dados referentes a década passada, mas geralmente eles são fechados ao público, só se você pagar alguma assinatura, pois estes dados geralmente não estão inseridos de forma bruta e direta nos balanços das companhias pois os mesmos são calculados e auditados por consultorias independentes.

Então, até aqui você pode dizer: Poxa Casper, a Sega pode estar lucrando bem menos que o Miller disse, mas, mesmo assim, ainda está lucrando, então qual é o problema?

O Problema principal é que nosso J.J (taí, o que será que significa J.J.? rsss) sempre, eu disse, SEMPRE se esquece de um detalhe: A dívida da empresa.

O endividamento

Eu desconfio que não seja o Sr. Miller que cuida das finanças da Planeta Sonic, pois se o fizesse, ela já teria quebrado faz tempo.

Nós pessoas físicas a princípio, sempre estamos endividados. Sempre.

Mesmo que você tenha um bom salário, sempre tem dívidas para pagar: contas de água, luz, telefone, internet, os impostos, alimentação, moradia e etc. O mesmo ocorre com as empresas, que além de tudo isto, tem que pagar funcionário, equipamentos, serviços de outras empresas e etc.

Se sobrar um dinheirinho, você estará em superavit, ou seja, dá para guardar numa poupança, investir em algo ou simplesmente gastar com outras dívidas.

Quando você gasta com outras dívidas ou investe, você na verdade está aumentando o seu endividamento, se este patamar passar da sua receita líquida ai a coisa começa a feder, você estará em deficit.

Veja os gráficos da Ycharts e os dados do Yahoo Financial (estes dados estão disponíveis na página do FT linkada anteriormente)

Imagem 4: (Ycharts)
Imagem 4: (Ycharts) Evolução de 5 anos em série histórica trimestral a dívida total da SEGA Sammy, note que em 2012 houve uma queda acentuada porque nós já sabemos que este foi o melhor momento da mesma nos últimos anos, mas que a dívida aumentou e voltou a ficar quase do mesmo tamanho que estava no final de 2009 e começo de 2010.

Imagem 5: (FT)Imagem 5: (FT) Gráficos que confronta o tamanho total dos Ativos da empresa (assets) e o total da dívida (debt), onde vemos que quase ¼ do valor total da empresa é de dívidas. A situação não é ruim, mas está longe de ser confortável, pois o valor de todos os ativos cresceu, porém a dívida (que sempre é cumulativa) cresce acima da proporção, principalmente entre 2012 e 2013. E uma empresa jamais pode penhorar todos os seus ativos, ou seja, o melhor cenários é a porcentagem de a dívida ser inversamente proporcional à porcentagem dos ativos, o que não está ocorrendo. Quanto maior a porcentagem de dívida, maior terá que ser a penhora dos ativos. Apenas por curiosidade, a penhora de todos os ativos têm um nome econômico “difícil”, mas que acho que você já ouviu falar: Falência :\

Bom, o endividamento da Sega Sammy aumentou muitos nos últimos 5 anos, em 2013 ocorreu o pico por causa da compra da Atlus, mas em 2014, o endividamento continuou praticamente o mesmo, e a SEGA não comprou nenhuma outra empresa.

Traduzindo: a dívida total da Sega Sammy é equivalente 23% do capital da empresa.

Agora vem o pega para capar: Você tem cerca de 1 bilhão de ienes mensais de dívidas, uma receita líquida em média de 30 bilhões e um monte de subsidiária. O resultado é óbvio, a empresa fica cada vez mais endividada, e isto porque está arrastando uma dívida desde os tempos que a SEGA estava sozinha, quando ocorreu a fusão com a Sammy em 2004, ocorreu entrada de capital, o que liquidou parte das dívidas e amortizou o restante, ou seja, prolongou o pagamento da mesma durante anos a fio.

Não precisa ser um gênio em financias para saber que a SEGA, como subsidiária, não foi responsável por toda esta receita, afinal, como o “jornalista” falou em seu artigo, são dezenas de subsidiárias.

Comprar a Capcom Mais uma vez, só para conseguir audiência.

O meu problema com o Miller é que ele coloca estes absurdos para conseguir audiência, e ele faz isto porque funciona.

Digita no Google “SEGA compra Capcom” e o primeiro artigo que aparece, advinha qual é?

Procurando na imprensa estrangeira, principalmente na de finanças, o que se cogitou foi um rumor, da SEGA Sammy comprar ações da Capcom, e não comprar a Capcom inteira, ou seja, comprar uma pequenina fatia da empresa para depois vender e lucrar com isto.

É comum isto acontecer, em 1997 a Microsoft comprou 5% da Apple (que já foram vendido e renderam bastante), a Square Enix até pouco tempo tinha 10% do capital da Sony, existem tantos casos, que isto nem é notícia quando acontece.

E claro: A Capcom não é a Atlus. Primeiro que a Atlus foi comprada de uma massa falida a preço de banana, a SEGA não incorporou as dívidas (ou seja, os passivos) da mesma. A Capcom pode não está bem das pernas, mas ainda não está a venda a preço de banana.

E a Capcom é muito maior que a Atlus. Para a Sega Sammy comprar a Capcom, a mesma teria que ou pedir empréstimo a bancos e no mercado financeiro, ou arrumar algum sócio ou teria que vender ou trocar muitos dos seus ativos e subsidiárias.

É desonesto transformar um rumor em fato consumado, quem tem o mínimo de discernimento, sabe que é mentira, uma manobra destas, comprar a Capcom, seja quem for o comprador, seria notícia no mundo inteiro, seria uma gritaria dos infernos.

Quando a SEGA fez manobras para comprar a Atlus, foi notícia em todos os lugares, e a Atlus é uma empresa mais focada no oriente, agora imagina a Capcom, dona de franquias de sucesso no mundo inteiro. Seria um estrondo.

A questão da Holding

A SEGA não está mais sozinha, ela faz parte de uma holding com a Sammy, que de fato foi quem salvou a SEGA da iminente falência em 2004.

Uma holding não é de fato uma fusão de ativos, mas duas grandes empresas se juntam, criam uma terceira empresa que vai possuir e administrar ambas.

Estes números de faturamento expostos por ai é da holding inteira, não é necessariamente da SEGA propriamente dito.

Ano passado, ficamos sabendo que a Sammy socorreu a SEGA. É um fato relevante que pouca gente comenta.

Uma holding pode ser desfeita a qualquer momento, basta o acionista majoritário separar e vender ou transferir suas ações para a companhia de origem.

E até quando a Sammy que anda muito mais lucrativa que a SEGA vai querer levar a mesma nas costas?

A consultoria independente Seeking Alpha trás muitos detalhes de como nos últimos anos a Sammy está segurando as pontas do conglomerado (clique aqui para ler, requer registro gratuito e não autorizam a cópia das tabelas calculadas por eles aqui na SonicEvollution).

Portanto quando eu digo que a situação pode até ser melhor que a do final da década de noventa, mas mesmo assim está longe de ser confortável. Uma crise financeira repentina ou uns 3 ou 4 anos de fraco desempenho daqui em diante já é suficiente para desencadear uma crise sem precedentes na empresa.

Claro que a situação não está tão critica neste momento, mas holding já foram desfeitas antes, o caso recente mais notável com a AOL Time Warner, que não existe mais, a Warner está ai firme e forte, já a AOL virou uma empresa anã.

A atual Reestruturação e o prejuízo estimados de US$ 125 milhões para 2015

A própria SEGA estima que a atual reestruturação que vai demitir 300 funcionários no Japão e tantos outros na América, terá como resultado um rombo no ano fiscal de 2015 (que começa agora em 1º de abril) na casa dos US$ 125 milhões de dólares. Isto sem contar com as compras de estúdios indies (próximo assunto abaixo) e nem o impacto do fracasso retumbante de Sonic Boom, este só vamos conhecer quando sair o balanço final em Março.

Uma empresa não se reestrutura quando está lucrando e bombando, os exemplos mais evidentes disso é como a Apple e a Google incharam na última década, e não ouvimos falar de reestruturação nas mesmas. Empresa só se reestrutura quando precisa apertar o cinto. Ela diminui de tamanho para procurar eficiência a um custo menor, pois está faltando dinheiro. Quando o dinheiro está transbordando, é justamente o contrário que acontece.

As aquisições recentes não muda o quadro atual

Não faz uma semana e a Sonic Evollution deu um furo de notícia aqui no Brasil quando noticiou que a SEGA comprou um estúdio especializado em desenvolver games mobile, o Demiurge Studios. A mesma também anunciou a compra de partes de outros dois estúdios indies.

Apesar de o Demiurge Studios ter um portfolio com alguns sucessos no mobile (por isso que a SEGA comprou eles) como ter desenvolvido para Disney/Marvel, o preço desta aquisição deve ter sido “dinheiro de pinga” para a SEGA ou qualquer grande conglomerado.

Não foi divulgado o preço destas aquisições, mas eu suspeito que as 3 juntas não devam ter ultrapassado mais de US$ 10 milhões, e isto porque estou sendo bastante pessimista, não me surpreenderia se o custo total fosse a metade deste valor. Claro, estou especulando, mas se as mesmas fossem empresas maiores (que seria mais disputada pelo mercado), teríamos vários rumores antes da aquisição e o assédio de outras companhias, coisa que não ocorreu.

A SEGA fechou praticamente a SoA e a compra destas pequenas empresas faz parte da estratégia de investir no mercado mobile, que costumam ser empresas pequenas, eficientes e baratas, tudo que a SoA não estava sendo nos últimos tempos.

Portanto, as aquisições não provam nada, nem que a SEGA está bem e nem que ela está mal, só prova que as coisas andam na normalidade.

Conclusão: A SEGA não vai falir amanhã, mas a situação está longe de ser confortável.

Uma coisa é uma empresa bombar, e quando falo em bombar, é algo como o Google ou a Apple (ou a própria Nintendo) na década de 2000. É ganhar bilhões e bilhões de dólares e ter dinheiro em caixa para fazer o que quiser, outra coisa é situação da Big Blue dos Games.

A SEGA não está para falir amanhã, mas a situação não é confortável, alias, desde meados da década de 1990 que a situação nunca foi confortável.

Dizer que a mesma é o suprassumo do Japão em termos de finanças é negar a realidade.

A SEGA é uma grande empresa e vem já há uma década tentando arrumar a casa, e para nossa sorte a mesma não é mais tão dependente do Sonic como era no passado, a mesma vem diversificando seus negócios. É uma boa notícia, que os frutos vão demorar para aparecer, mas já é um começo.

Mas a situação não é a descrita pelo Miller, ao ler o artigo do mesmo, se eu não fosse tão cético, teria a impressão que SEGA compraria a Capcom, depois a Nintendo, a Sony e a Mitubishi e seria o maior oligopólio japonês de todos os tempos.

Esta visão está errada. E mais uma vez reitero, o Sr. Miller é movido pela paixão, no mínimo.

Escreveu um artigo inteiro usando apenas os balanços da própria SEGA, usando uma única fonte, não é coisa que um profissional sério de jornalismo faça.

Todas as empresas em bolsa de valores passam por auditorias e análises de mercado. Basta pesquisar um pouco para saber que as coisas podem até está melhor que na década de 1990, mas não é algo surpreendente.

Não se faz jornalismo com apenas com uma única fonte, tem que correr atrás, ler e estudar outras opiniões sobre uma determinada situação.

A gritaria atual por causa da Petrobras, por exemplo, é porque o relatório financeiro que a mesma apresentou (no Brasil é chamado de balanço financeiro) não passou por esta checagem externa, por isso a mesma está numa crise de confiança.

Se o mercado não confia nos balanços fechados sem análise e auditoria externa e dos governos, porque nós devemos fazer o mesmo?

Deixarei abaixo todos os sites de onde retirei estas informações, se eu fosse um contador talvez conseguisse mais informações, porém, o que consegui até aqui já é o suficiente para desmentir mais um artigo. O mais triste, é eu, um reles mortal ensinando lições básicas 101 de jornalismo para quem é formado nesta profissão!

A imprensa pode ser parcial (e é parcial), mas a situação e a realidade não são. Se tudo é mentira da grande imprensa, porque não há respaldo no mercado financeiro?

Espero que a garotada acorde e passe a criticar duramente o Sr. Miller e a Planeta Sonic por divulgar e espalhar notícias que não condizem com a realidade.

Fontes de Pesquisa: Reuters, Finacinal Times, MarketWatch.com, Ycharts.com, Bloomberg, Yahoo Financial, Morning Star, MacroAxis, Seeking Alpha, GuruFocus, Techin Asia, BJ, SEGA Sammy Media Releases .

Texto original da Sonic Evollution.com

Disclaimer: A opinião e as convicções e repostas contidas neste artigo não expressam e não refletem a opinião dos webmasters da Sonic Evollution e sim as opiniões do seu autor.

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Sobre o autor

Casper

Edson A. Rodrigues, 32 anos, paulistano, formado em Ciências da Computação e um nerd/gamer desde criancinha que usa a alcunha de Casper por ser um branquelo que não vai à praia. É o webmaster do site Na Casa do Fantasma e dono do canal homônimo no Youtube e colunista/conselheiro/newswriter da S.E. :)